Arquivo da categoria ‘Cultura’

Fonte: página da UEM http://www.uem.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6910# Imprimir E-mail
26 de julho de 2013
Começa no dia 2 de agosto a exposição 1ª Caminhada Fotográfica Proação/UEM, no Centro de Excelência em Atendimento à Comunidade (CEC) de Maringá. As fotos ficam à mostra até dia 30 de agosto.As fotografias são resultado do Projeto de Extensão intitulado “1ª Caminhada Fotográfica Proação/UEM”, realizada no dia 16 de junho, que contou com a participação de 17 pessoas entre fotógrafos amadores e profissionais. O grupo fez uso de equipamentos diversos, desde máquinas compactas até as profissionais. A condução da caminhada contou com a participação do fotógrafo Amauri Martineli, de Paranavaí, que orientou os participantes durante o percurso. Também participaram do evento o professor Werner Camargo, do Departamento de Biologia, da Universidade Estadual de Maringá (DBI/UEM), que ministrou um minicurso sobre fotografia básica na semana anterior a da caminhada na Universidade, junto com o agente administrativo Ailton Souza dos Santos, também do DBI.O tempo estava bom, o que possibilitou a realização de belas fotos, com diversos olhares. A coordenadora adjunta do Proação/UEM, a Assistente Social Catarina Teruko Makiyama, participou ativamente de toda a caminhada e ofereceu um café para todos os participantes no final do percurso.

As mais belas fotos, segundo a opinião dos participantes do evento, resultaram na exposição “1ª Caminhada Fotográfica Proação/UEM”. Além da exposição, foi criado um grupo denominado CAMINHADA FOTOGRÁFICA (https://www.facebook.com/groups/368510323202091/), cujo objetivo foi exibir o álbum de cada participante. Fora isso, as fotos foram inseridas on-line na página do Proação/UEM (http://www.proacao.uem.br/).

A proposta é que a exposição 1ª Caminhada Fotográfica Proação/UEM transite por vários setores da Universidade, possibilitando uma maior visibilidade das fotos por toda a comunidade acadêmica. Já foram realizadas mostra na Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PEC) /UEM, no auditório DACESE/UEM, na Biblioteca Central (BCE) da UEM e, agora, a obras chegam ao Centro de Excelência em Atendimento à Comunidade. E a ideia do Proação/UEM é promover outras caminhadas temáticas em locais pré-definidos e realizar futuras exposições.

Serviço: 1ª CAMINHADA FOTOGRÁFICA PROAÇÃO/UEM Período 2 a 30/08/2013. Horário: 9 às 11horas  e 14 às 17 horas, de segunda a sexta feira. Centro de Excelência em Atendimento à Comunidade, Av. Itororó, s/nº (antiga Usina do Conhecimento), Zona 2 – Maringá – Pr. Tel. (44) 3011-5700. Entrada Franca.

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por Ailton Souza dos Santos

O título mais coerente para essa notícia deveria ser  Graças a denúncia da servidora técnica – Maria Estela Afonso a administração central está investindo cerca de R$ 50 mil na melhoria da iluminação do câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá.

Pois foi após a denúncia a uma rede de televisão que administração central da UEM começou a tomar providências quanto ao completo abandono das iluminações no campus sede, mais visível no período noturno. A servidora sugeriu a matéria denunciando o descaso da prefeitura do campus da UEM. A a situação estava vergonhosa, colocando em risco a segurança de acadêmicos, servidores técnicos, docentes e até da própria segurança patrimonial, visto os vários locais de completa escuridão. Um descaso da gestão atual da UEM e do Sinteemar que em nenhum momento de pronunciou a favor dos trabalhadores dessa instituição a qual ele representa.  Foi preciso uma ação isolada, mas contundente de uma servidora, trabalhadora e filiada ao sindicato. Denúncia essa que expôs uma das “melhores universidades” do Paraná, Brasil e do mundo. Quais os parâmetros para esse título? Com certeza não são as condições de trabalho,  das instalações, dos blocos não terminados, e daqueles que terminados apresentam problemas que morosamente ou não são solucionados, da casa casa do estudante que está só na base de concreto há muito tempo, muito menos deve ser pela concha acústica que não sai do papel. Devemos nos orgulhar desse título?? Melhor em que? produção científica apenas ? Precisamos repensar a UEM e todos os seus aspectos, e não somente valorizar um, e para isso isso temos que ter um sindicato forte e presente e uma administração comprometida com essas mazelas, e não somente ações isoladas, mas sim pessoas reunidas para propor soluções imediatas, pois a maoria das denúncias isoladas ficam ao vento não são levadas a sério. Isso tudo somente para exemplificar, pois não toquei  na falta de contratação de técnicos e de docentes, nas precárias condições de funcionamento de cursos criados por atos executivos e deferidos pelo COU, muita vezes refém da situação criada. Com certeza existem mais problemas que não foram citados aqui. Porquê o jornal da UEM e o informativos somente mostram o que dá certo o que é belo as olhos da sociedade ?? Cadê o espaço de discussão com toda a comunidade acadêmica de todos os problemas que a UEM enfrenta, os conselhos nos representa em 15% para servidores técnicos e 15 % de acadêmicos, queremos ser respeitados igualitariamente, chega de 70, 15, 15 na UEM e um sindicato pelego para os servidores, somos universais e iguais.

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Abaixo o texto publicado o informativo 1046 da UEM

“A administração central está investindo cerca de R$ 50 mil na melhoria da iluminação do câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá.

As ações incluem reposição de lâmpadas, implantação de novos pontos de luz e instalação de iluminação rebaixada em áreas com maior concentração de árvores. Boa parte do projeto já está concluída, segundo informou o engenheiro da Prefeitura do Câmpus, Lourival Zamuner. Ao longo desta semana, será concluída a iluminação no trecho que vai desde a rotatória do Parque Ecológico até o Bloco K-10, próximo ao Lepac.Na etapa seguinte, o trabalho de iluminação será feito na área entre os Blocos K-10 e M-40, aproveitando o posteamento já existente. Estão sendo instaladas lâmpadas de 150 e 200 watts de mercúrio. Zamuner adianta que o trabalho está sendo executado por uma empresa terceirizada, em parceria com a PCU.“Todo esse investimento visa a aumentar a segurança dentro do câmpus, garantindo maior tranquilidade à comunidade universitária”, disse o reitor Júlio Santiago Prates Filho.Outras informações e solicitações relativas à iluminação podem ser obtidas na PCU, pelo ramal 4130, com Zamuner. Ou pelo ramal 4369, com Paulo.”

Por Ailton Souza dos Santos – representante técnico no COU da UEM

 

Está em discussão no COU – Conselho Universitário da UEM, como melhorar a segurança e o trânsito de veículos e pessoas  na UEM e através dela. Quanto ao trânsito é notório que a prefeitura de Maringá implantou o sistema binário sem um estudo prévio junto à comunidade universitária do impacto que isso poderia ocorrer no entorno e dentro da UEM nas suas vias de acesso. O caos está implantado, cabe ao COU discutir através da comissão de trânsito medidas para amenizar ou abolir os problemas enfrentados por pedestres, ciclistas e veículos dentro da UEM. Como bem dito por um conselheiro há mais de 20 entrosamentos viários na cidade de Maringá, a UEM é um deles, mas continuamente esse assunto volta à tona, colocando a sociedade contra a universidade, pois soa que os conselheiros do CAD e COU são contra qualquer medida de implantação de uma via que passe pela UEM interligando o centro à Vila Esperança. Minha opinião é que se tenham medidas que contenha esse trânsito de veículo através da UEM, mas que se tomem medidas urgentes ao entorno da UEM com abertura de vias para aumentar o fluxo de veículos, desde que não coloque em risco o trânsito de pessoas e veículos da comunidade interna (servidores técnicos, docente e acadêmicos), pois acima de tudo a universidade é uma instituição de ensino, por isso devemos ter vias com velocidades baixas, respeito à faixa de pedrestes e prezar pelo silêncio, já em que todos os períodos estão em pleno funcionamento com ministrações de aulas de graduações, laboratórios em funcionamentos e agentes administrativos trabalhando. O problema maios de engarrafamento do trânsito dentro da UEM foi gerado pela prefeitura de Maringá, esta deve trazer juntamente com a comunidade acadêmica, nas instâncias do CAD-Conselho de Administração e COU – soluções emergenciais, não se pode jogar todo o ônus estabelecido a UEM.

Quanto à segurança dentro do campus da UEM, este assunto entrelaça com  o trânsito, pois havendo um controle maior das passagens entre a UEM de veículos e pessoas, com certeza roubos em blocos, assaltos e outros tipos de ocorrências diminuiriam. Foi levantada a questão de usuários de drogas no campus, que cresce a cada dia, devemos perceber que a maioria dos usuários são os próprios acadêmicos, penso eu que essa questão é de cunho social e não policial. A UEM tem projetos de apoio a usuários de entorpecentes, trabalhando na conscientização do tema dentro da UEM, o que não pode é abrir para a policia tomar conta da situação e tratar usuários como traficantes, podendo assim causar um problema maior, pois a questão é social e não policial. A USP tomou a medida de abrir a universidade para rondas policiais e isso só tem aumentado o número de ocorrências entre acadêmicos e policia, pois possivelmente esses não estão treinados para lidar com esse tipo de abordagem que a meu ver é um papel da assistência social e não da força policial.

Outro perigo, a meu ver, é a crescente decisões isoladas de departamentos de cursos de graduação, que tomam medidas setoriais sem consultar o impacto que isso trará na segurança do servidor (docente e técnico)  no caso de acidentes de trabalho, pois são crescente os blocos que estão sendo fechados (uma entrada ou saída) dificultando sim a vida dos bandidos, mas também dos estudantes e técnicos que ficam com apenas uma opção de entrada e não de saída, pois em nome da segurança coloca-se em detrimento a segurança do trabalhador, que em caso de acidente no local de trabalho só terá uma alternativa para se evacuar do local, sem dizer que em dias de chuva o transito da comunidade acadêmica deve ser feito pelo lado do bloco e não através dele.  Defendo que esses blocos sejam fechados só em períodos de menor fluxo de pessoas, no caso da UEM no período noturno, além do mais já estão sendo colocadas câmeras nos corredores para diminuir a ação de vândalos em pequenos furtos, já registrados em período recente.

 

por Ailton Souza dos Santos em 18/06/2012

Foi realizada no dia 16/06/2012 a 1ª Caminhada Fotográfica Proação/UEM, que contou com a participação de 17 pessoas entre fotógrafos amadores e profissionais, fazendo uso dos mais diversificados equipamentos, desde de máquinas compactas às profissionais.

A caminhada teve início na Praça Rocha Pombo, passando pelo entorno do Parque Ingá, Av. XV de Novembro, Av. Herval, Av. Tidarentes, Av. Paraná, Av. Nóbrega (entorno do Bosque II), Av. Parigot de Souza e foi finalizada na praça Manoel Ribas.

A condução da caminhada ficou por conta do fotógrafo Amauri Martineli, que veio de Paranavaí, especialmente para orientar os participantes na caminhada,além da ajuda do Prof. Werner Camargos (que havia ministrado um miniucurso na semana anterior na UEM, sobre fotografía básica. )  e o tecnico administravo Ailton Souza dos Santos,

A coordenadora adjunta do Proação – a assistente social Catarina teruko Makiyama, marcou a presença a caminhada toda com sua máquina digital a tiracoolo.

O tempo estava bom, o que propiciou belas fotos, com olhares diferentes, por todo o percurso.

As fotos serão expostas no DACESE no dia 30/06/2012, a partir das 9 horas até as 11 horas, onde cada participante deixará para a exposição duas fotos de sua autoria. Foi criado ainda  um grupo CAMINHADA FOTOGRÁFICA numa rede social, para exposição dos álbuns de cada participante além de serem inseridas na página do Proação.

A intenção do Proação/UEM e promover outras caminhadas em locais  pré definidos, com exposições permanentes. A idéia que essa exposição passe por outros setores da UEM, possibilitando a visibilidade a toda comunidade acadêmica.

Todos estão convidados:

 

I SEMANA DE DEBATES

 

EM COMEMORAÇÃO AOS DOIS ANOS DE ANIVERSÁRIO DO PROGRAMA INTEGRADO DE AÇÃO SOCIAL

PROAÇÃO UEM.

 

 

DIA

HORÁRIO

LOCAL

TEMA

Debatedores

17/10

   SEG

19:30

DACESE

Bloco 125

Direito Humano à Alimentação Adequada – Da produção ao consumo.

1.José Ozinaldo A. Sena – UEM

 

2. Ednaldo Miquelon – UEM

 

3. Vanessa Gardim – MST

18/10

   TER

19:30

DACESE

Bloco 125

Privatização das Universidades Públicas – Um processo em franco crescimento

 

1.Leandro Comodoro – DCE

 

2. Prof. João dos Reis – UFSCAR

 

3. Valdir Anhucci – FECEA

 

19/10

   QUA

14:00

Auditório do

Bloco C 34

Política de Assistência Social X Práticas Assistencialistas

1. Ozana das G. Ferreira – DCT

2. Profª Cristiane – UNIOESTE

 

3. Cilena D. Silveira – NUCRESS

 

20/10

   QUI

19:30

NUPÉLIA

 

Sustentabilidade Ambiental nas Instituições de Ensino Superior

 

1.Marino Elígio Gonçalves – UEM

 

2. Doris Marli P. P. Silva – UEM

 

3. Darci B. Campani – UFRGS

 

21/10

   SEX

19:30

DACESE

Bloco 125

 

CEBES – Uma trajetória de luta em defesa do SUS

 

1. Maria Lúcia Frizon

(unioeste)

2. Maira Jose Scochi – UEM

 

APOIO:  DCE – SESDUEM – ADUEM – SINTEEMAR – NADS – CERAUP – UNITRABALHO

COMISSÃO AMBIENTAL DA UEM – COMITÊ DA CAMPANHA

PERMANENTE CONTRA OS AGROTÓXICOS E EM FAVOR DA VIDA

Fonte: publicado em 03/10/11 às 18:06 – Folha de Maringá

Wagner Belinato

O extremo sucesso que alcançaram os dois últimos saraus realizados na Universidade Estadual de Maringá parece ter chamado a atenção da Reitoria, coincidentemente, depois da ocupação do prédio central. Até segunda ordem, qualquer manifestação cultural nas dependências da Universidade está sujeita a aprovação de órgãos superiores. O consumo de bebidas e entorpecentes de qualquer natureza está proibido. É o que se lê no Ato Executivo 008-GRE. Infratores podem responder legalmente, de acordo com sua qualificação universitária.

Assim, não se proíbe necessariamente os saraus, mas as realizações deverão ser submetidas a órgãos superiores. Fato que, claro, pode inviabilizá-lo caso haja algum tipo de indisposição entre as partes envolvidas. Como estudantes e Administração quase nunca estão em consenso, daí surge o medo de que os saraus sejam sempre impedidos.

É preciso entender o lado dos estudantes, que muito poucas vezes têm suas solicitações atendidas pela Administração (e aí se inclui a Universitária e a Administração Municipal) e tem sido nomeados vândalos por grande parte da mídia local: ora estrangulados pela falta de opção de entretenimento na cidade, ora extorquidos em festas muito além de suas posses, encontraram nos saraus, claro, opção de entretenimento saudável, com músicas e manifestações artísticas de seu agrado a bom preço, como o comprovam, justamente, o sucesso e repercussão dos últimos saraus realizados. Mas a Universidade tem razão em querer organizar suas dependências: mesmo porque o espaço, sendo de uso coletivo, não é de uso livre e irrestrito.

Sim, os estudantes devem solicitar a realização de comemorações ou celebrações nas dependências públicas. Mas as coisas precisam ser mais bem explicadas: se é preciso solicitar, tudo bem. Mas quais serão as contrapartidas da Universidade? Mais seguranças, funcionários especializados em som e iluminação, disponibilidade de prédios (sanitários e liberação do funcionamento das cantinas, por exemplo) e equipamentos? Programação de atividades dos cursos diretamente envolvidos, como Letras, Música, Artes Cênicas e Visuais?

Assim, ainda que pareça utópico da minha parte que haja um consenso entre as partes, é preciso acreditar que existe boa-fé de ambos os lados. Nem bagunça (não confundir com anarquia), nem opressão. E que os saraus sejam um espaço de convivência daqueles que faltam aos jovens: inteligente e organizado.

Mostra de Teatro Contemporâneo

Publicado: 16/08/2011 em Cultura
  • Fonte: O Diário online  – 15/08/2011 às 12:39    –    Atualizado em 16/08/2011 às 10:51
  • Mostra de Teatro Contemporâneo começa nesta segunda-feira em Maringá
  • Larissa Ayumi Sato

A A A

A Mostra de Teatro Contemporâneo de Maringá começa nesta segunda-feira (15) com a peça Esquete “Boi Cidadão”, do grupo Teatro Universitário de Maringá (TUM). A apresentação será aberta ao público, no 3º piso do Shopping Maringá Park, a partir das 16 horas.
A abertura oficial da Mostra será às 20h30, com a peça “Lamartine Babo”, do grupo CPT (SP), de Antunes Filho, com direção de Emerson Danesi e Marcos de Andrade, com Sady Medeiros no elenco. A peça venceu o prêmio Shell de melhor música. A peça será no Teatro Marista, com entrada Franca. É necessário retirar ingresso na bilheteria do Shopping Maringá Park.O evento segue até o dia 28, com espetáculos, muitos deles premiados, de importantes companhias nacionais como CPT/Sesc, Cia. do Latão, Circo do Silêncio, Cia. da Mentira e Club Noir, além de grupos locais, como TUM e Grupo Câmera. Além das peças teatrais, o festival terá oficinas, palestras, filmes e feira de livros.
Outro destaque é “Music Hall”, da Companhia da Mentira de São Paulo, com direção de Luiz Päetow, com Gabriela Flores e Donizeti Mazonas no elenco e vencedora do prêmio Shell de iluminação. Ainda estão na programação os aclamados “Ópera dos Vivos – Ato 1”, da Cia. do Latão, e “Abracadabra”, de Luiz Päetow, entre outros.
A venda dos ingressos para os espetáculos pagos e a distribuição dos convites para as peças gratuitas começam hoje em uma bilheteria montada no piso térreo do Shopping Maringá Park. As apresentações acontecerão em vários espaços da cidade: o Teatro Marista, a Oficina de Teatro da UEM e a Arena Corujão do Colégio Platão.
Além disso, já estão abertas as inscrições para as oficinas de teatro realizadas no evento, através do site do festival. A participação nas oficinas, que trazem nomes como Donizeti Mazonas, da Cia da Mentira, e Emerson Danesi, do CPT, é gratuita.
A mostra terá onze espetáculos, dois filmes, quatro palestras, três oficinas e uma feira de livros sobre teatro. O evento é uma realização da Teatro e Ponto Realizações Artísticas, co-realização da Secretaria de Cultura, Sesc e UEM e patrocínio da Soet Pós-Graduação e Marepis.Confira a programação completa do evento: